quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Tempo.


Já tive o meu tempo de pensar, o meu tempo de fazer sem nem me preocupar.
Tempo de não me arrepender nunca e nem de olhar para trás com cara de quem queira voltar.
Tempo de apanhar do amor, que em sua maioria foi nocaute, nocauteado...
Tempo de esperar com um olhar de esperança, que brilha e ilumina o tempo esperado.
Tempo de ficar calado, mesmo que meu sorriso entregue a ti tudo o que penso quando te vejo.
Tempo de me sentir diferente no meio de tanta igualdade de falsas verdades.
Tempo de subir na colina, olhar para frente e enxergar que diante dos meus olhos tem um mundão pequeno e contraditório.
Tempo... o mesmo que te trouxe, que demorou, mas trouxe...e o mesmo tempo te leva.
O tempo não para e eu jamais conseguiria te segurar, assim como não consegui e deixei escapar por entre os dedos a lagrima que se fez com o tempo e que se mostrou cruel a ponto de me fazer entender...
Que todo o tempo que tive não é capaz de suprir a vontade que tenho de estar ao menos um tempo com você...

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